segunda-feira, 1 de setembro de 2008

1 : O Sofá

Setembro. Dia um. O silêncio das seis da manhã era o palco para o sussuro das folhas das árvores perdidas em ensonadas carícias, excitadas pela brisa mal desperta. O afastado bru dos motores da rua do quarteirão depois, sonora nos outros dias daquele consultório de Psicologia Clínica, ainda não se fazia sentir. O tic ritmado do relógio de mesa, um Buben & Zörweg herdado do pai Penha Navarro, psiquiatra judeu de terceira geração, ecoava desajustado no silêncio das madeiras e dos livros. Aquele tic não pertencia aquela hora, mas sim às noites no gabinete-consultório de Gabriel Penha Navarro, bem como o do gelo que batia no copo de Jack Daniels, secreto por ser Bourbon e não o malte dos homens sérios...
Esfregou ligeiramente o olho esquerdo, sem saber bem o que fazer por naqueles momentos enquanto esperava o misterioso alguém que lhe reclamou o dia.
A única referência que tivera fora a do homem de beleza seráfica de trinta e poucos anos que lhe apareceu por lá que com um breve sorriso lhe disse duas coisas: "também me chamo Gabriel" e "duzentos e cinquenta mil euros" e o fez sentir algo, inquietante, que depois se evaporou da sua memória.
Mal o louro saiu, consultou a sua conta no Dell e verificou a transferência prometida, de cem mil.
A partir desse dia, até aquela manhã, um ou dois comprimidos de Olcadil passaram a fazer parte da sua dieta e não conseguiu nenhuma erecção de relevo.
Seria mais um problema a resolver, a apreensão de Beatriz...

Então, no meio de todos os silêncios, o Psicólogo sentiu o nervosismo desvanecer-se como o esfarrapar de uma pequena nuvem.
Por instinto, dirigiu-se, calmo, à porta, atravessando a sombra da recepção. Ao abri-la, encontrou um homem idoso nas escadas. Sentiu ridículo o impulso de levar a mão ao bolso em busca de moedas, mas o seu olhar rendeu-se ao sólido porte, à curta barba branca e às poucas rugas diluidas numa pele muito clara, punctuada por dois inexpressivos olhos cinzentos... duas pequenas gotas derramadas de mercúrio. Viu-o passar por si a trespassar o espaço até ao seu gabinte, numa flutuante sombra da cor do fato cinzento, e seguiu-o, baixando os olhos no caminho sem saber porquê.
Foi com uma calma inusitada que indicou, ao velho, o sofá.
Era uma peça de mobiliário muito antiga. Tinha sido pertença última, também, de Penha Navarro pai, e, segundo o mesmo, chefes de estado e mesmo um rei tinham conhecido o frio macio do seu couro velho. Era um sofá curto, e quem lá se sentasse, não depositava nele meramente o corpo. Envergava-o.
Não conseguia dar uma idade ao velho ali sentado. O sofá encontrava-se mergulhado numa inexplicável penumbra: adivinhava-se a glória do sol, lá fora.
Gabriel Sorriu. O seu confiante sorriso era um dos seu trunfos, naquele gabinete. Usava-o para quebrar o gelo, fazer aparecer um golpe de tosse... uma palavra.
E o velho falou.
- Estou aqui porque se passou demasiado tempo desde que o que me aflige entrou nos meus dias. E ainda não saiu.
O psicólogo ia intervir, mas o velho continuou.
- Sou pai, e não estou a lidar muito bem com isto.
Gabriel tinha ouvido ali muita coisa, mas aquele homem tinha uma voz de oitenta anos. Pai? Que idade teria o filho? O velho prosseguiu.
- Não lhe interessa nem a minha idade, nem a do meu filho, ou filhos. Eu sei que para si seria útil sabê-lo, mas vai ter de lidar com uma realidade mais imprecisa que o habitual. Apenas lhe afirmo que eu sou um velho, e por isso decidi ter um último filho, que é um homem na força da idade.
- Porque afirma que é um velho?- Começou Gabriel.
- Porque cheguei a uma altura em que achei que teria que dar continuação à minha obra por outrém, passar a pasta. E de facto, sinto-me cansado. Sentia-me cansado, e agora não melhorou. Piorou até, porque a angústia de nada poder fazer, chegou a um nível insuportável.
Angústia, afinal. Gabriel sentia-se aliviado. Aquele velho, pela sua idade, seria um material de trabalho hostil. Qualquer problema sério nas fundações de uma casa velha normalmente deixava-se estar... Mas uma mera angústia... afinal seria fácil, talvez. E o velho continuava...
- Trata-se do seguinte: a minha obra e a do meu filho, encontram-se registadas em dois livros reunidos num fólio. O primeiro livro refere a minha obra, exclusivamente. É extensa e foi drenante, Esgotou-me. Entreguei-me a ela, e a ela só.
A minha obra refere-se à criação de toda uma nova realidade, de um novo mundo recheado de personagens e seres magníficos. Um novo céu, novos mares e novas estrelas e planetas, que cuidadosamente afastei de um... que elegi, como um pequeno jardim.
O velho olhou para a janela e os seus olhos brilharam, como que a projectar uma nuvem de memória que atravessava a sala e escorria através do vidro subindo através do fru das folhas dos plátanos em direcção ao cru cião do céu da manhã...
- Fiz tudo com muito amor, e com uma paixão desmedida. Entre todos os seres elegi um que se me assemelhava e dotei-o de uma capacidade, superior à dos outros, de compreensão de todo o resto da minha obra. E fiquei numa doce expectativa de recolha do que de maravilhoso daí poderia resultar.
Nesta altura Gabriel começava a sentir-se esmagado pelo ar da sala. Dir-se-ía que mergulhara, sem se dar conta, num lago de ar denso dum outro planeta. As cores começaram a perder valor tonal e a sala começou a metalizar-se, aproximando o seu registo cromático do dos olhos do velho, que o observava.
- Doutor Gabriel, necessito da sua atenção.
Naquele momento, vinte a cinco anos de ascendente profissional sobre quem tinha entrado naquela sala terminaram com a frase daquele velho. Gabriel sentia-se menino sentado no colo do seu avô, enquanto o ancião Penha Navarro recordava a sua fuga através da Europa, ainda jovem, de homens que estremeciam os soalhos quando os pisavam e que ostentavam nas fivelas dos cintos polidos, a inscrição
Gott Mit Uns... E o velho prosseguia, apesar de todas as metamorfoses.
- Esperava algo de maravilhoso da minha criação, mas o resultado... Nem eu nunca imaginaria algo assim. A criatura a quem transmiti todas as capacidades, feita à minha imagem, revelou-se capaz das piores coisas. E dentro das piores, a pior de todas: uma capacidade indómita de se odiar a si mesmo. E como o alvo do seu ódio era a sua imagem, era a mim que ele era dirigido, aquele ódio profundo que não demorou muito a se transformar num banho do líquido vital que lhes concedi... num banho de sangue.
O velho fez uma pausa. Parecia abalado por algum tipo de comoção, pela primeira vez naquela sala. Tudo aquilo era para além de estranho, contudo o psicólogo sentia uma familiaridade inexplicável com o relato. E sem explicação foi também o há-vontade presente na intervenção de Gabriel requerida pela pausa...
- Isso não se encontrava nos seus planos. Abalou-o muito. Tanto que o mudou, certamente. Quer falar sobre isso?
- Sim. Mudou-me. Também eu me transformei. A criatura que criei à minha imagem, contribuiu para mudar a mesma. Após o choque da desilusão tornei-me irascível. E não chegou, continuaram a fazer pior e a desafiar o meu poder paternal. Daí a implacável foi um passo. Transformei-me em algo frio, metódico na destruição selectiva. Todos os que me ajudaram na criação duma maravilhosa realidade, eles próprios minha criação, ataviaram-se sob as minhas ordens com trajos de guerra e espadas de fogo. Metálicos, de obreiros passaram a soldados do mais formidável dos exércitos. E tal era forte a chama do ódio que ardia no mundo que criei, que passaram séculos a matar, queimar, afogar e assolar. Destruíram cidades. Eu mesmo afoguei o mundo, cobri-o de água até ao topo da mais alta das montanhas, e mesmo assim, o ódio presente na semente dos meus filhos era tanto que florescia em qualquer lado. Mesmo na poeira estéril do mais infértil dos desertos o ódio nascia, crescia, corrompia...matava.
Gabriel interrompeu-o.
- Os seus filhos... apercebiam-se de si? Da sua existência? Terá sido claro, ou ainda permanecia o desejo adiado de salvar aquilo que definiu como a "doce expectativa de recolha do que de maravilhoso daí poderia resultar"...
- É verdade. Sempre mantive esse desejo. Poucas vezes me dei a conhecer como pai, como criador. Poucas, e quase sempre nas alturas em que perdia por completo o controle de mim mesmo. É verdade, doutor Gabriel. Até mesmo alguém que cria um universo pode descontrolar-se por obra da natureza dos seus filhos. Por isso, nos melhores de entre eles escolhi os meus mensageiros, os meus representantes, e de cada vez... esperava. E uma após a outra eles eram engolidos na vertigem do ódio. Durante séculos...
- Foi paciente...
- E não o é, qualquer pai? Fui paciente, fui. Nunca perdi a esperança mas... cansei-me.
E olhou de novo para fora dali, para a luz matinal. Ainda não se ouviam os carros. Não se ouvia nada. Gabriel não se atrevia a consultar o relógio, e sabendo que o velho prosseguiria, esperou. E o fio da exposição foi retomado.
- Resolvi ser pai de novo. De uma outra forma. Escolhi uma mulher entre todos os seres e transmiti-lhe a semente. A minha semente de pai. Este filho assim gerado iria revigorar tudo. Iria ser minha nova determinação. E colocá-lo-ia no meio dos seus irmãos sangrentos. Seria a gota que purifica o oceano. E assim fi-lo nascer. De uma forma simples, de glória adiada.
- E como o receberam?- Perguntou Gabriel.
- Como eu previra. Mal a sua excelência se fez notar, começou a representar uma ameaça. Os valores dos habitantes do mundo que criei são rasteiros, mas prezados, contudo. Defendidos com garras e dentes. Toda a glória cobre as paixões dos seres, amores palpáveis que não possuem valor algum... Coisas materiais, supérfulas. Gerei as únicos criaturas que julgam só ser felizes dependendo de tudo o que os outros prescindem, criando para isso bizarros conceitos de território. Nunca imaginei, Dr. Gabriel, que meros pedaços de celulose fossem o mote para disputas sangrentas. Ou que os cadáveres das criaturas primevas, sepultados em visco, armassem exércitos em magníficos choques de fogo... Tão grande era a sua presença que o meu filho veio ameaçar impérios, ao constituir ameaça para os seus deuses. Eles, os deuses de uma sociedade legitimam todos os seus valores, Dr. Gabriel. Ele veio colocar tudo isso em causa, ao dar a conhecer a verdadeira origem do mundo...Eu.
- Compreendo... E que aconteceu, quando se deram conta da ameaça representada pelo seu filho?
- Isso eu previra-o. Desde o princípio dos tempos do universo gerado, para mim foi regra sagrada, neste jogo, nunca verificar o futuro. Mas a estratégia de calcular a lógica sequência dos eventos faz, naturalmente, parte dele. E é claro que calculei o terrível fim mundano que o esperava. Preparei-me, e ele também. Mas nunca senti tamanha dor... não a esperava.
- E essa dor? Mudou-o?
- Sim. Depois do tormento que senti em carne da minha cria, a memória daqueles momentos agonizantes encontra-se presente... em cada segundo.
Os olhos do velho brilharam líquidos num piscar, e Gabriel sentiu-o...
- Contudo, e eu previra isso, o seu sacrifício foi sentido por todas as criaturas. E a sua dor, cantada. Consegui mais com a morte da carne do meu filho e a sua agonia, numa dúzia de anos, que com o terror de todas as visões do inferno e o dos meus alados exércitos de fogo em todos os séculos. Os seres sentiram na sua pele o supremo tormento do meu gerado amor. E foi esse amor que começou a conquistar o coração dos outros, seus primeiros irmãos. E o meu filho foi mestre na gestão da conduta desse amor imparável que por via do seu sacrifício entrou em todas as almas do povo criado e espalhado por mim. E aí permaneceu durante vinte séculos.
- Permaneceu? É esse o tempo verbal que utiliza, o pretérito perfeito simples? - Perguntou Gabriel, intrigado.
- Sinto que se está a desvanecer. Sinto que parte. Ao longo destes dois mil anos, nem todos foram salvos e, mesmo os que me defendiam cometeram excessos. Contudo, ia sendo satisfatório, o resultado. Sobretudo exercendo uma comparação com a fatia dos tempos antes do sacrifício da minha carne...
Gabriel sentiu que chegara o momento que explicava aquela consulta. Quando o velho referiu o filho, o psicólogo sentiu que existiria por ali um esboço de uma qualquer situação edipiana, mas isso desvaneceu-se em minutos, com o desenvolver do relato. E agora Gabriel sentia que chegava a altura... Sentia os olhos do velho a aproximarem-se dos seus, sentia-os a mergulharem na água quente do seu cérebro...

O relato prosseguiu. Mas já não o era. Gabriel ouvia agora o futuro através das palavras do velho. Um futuro estranho, maravilhoso e simultaneamente sombrio. O velho não confiava já na capacidade do amor do filho e sentia-se mais velho que nunca, mas ia agir. Cansado, triste, sem esperança e sem ilusões... iria, contudo, agir. O filho sabia, e andava dilacerado. No mundo gerido por eles ninguém tinha memória alguma das fúrias de seu pai, escritas apenas. Nenhum dos seus irmãos se recordava. Gabriel lembrava agora a terceira sensação que o seu homónimo lhe transmitira, na visita preparatória à do velho, no seu gabinte. Era um olhar. Um olhar de despedida, como se Gabriel fosse viajar para muito longe. Longe de uma realidade corrupta e apodrecida.
Era esse lixo que o velho iria limpar. Tinha desistido. Queria, finalmente, descanso. O filho que arranjasse outro entretém...
O velho calou-se, e dirigiu os olhos para a janela, trespassando-a e depositando-os no céu agora esbranquiçado, uma criação sua. Gabriel percebeu que aquelas duas chapas de mercúrio seriam suficientes para lhe mudar a cor. Esses olhos, que sentira a mergulhar na água quente do seu cérebro... Tal como aquele velho, mergulhado no sofá.
.

83 comentários:

Rocket disse...

esperei pelo fim das férias de todos para publicar este testamento. e, bem...se alguém tiver a coragem de ler até ao fim, ou pela rama... ou duas ou três linhas...pode, naturalmente, comentar...

mas eu sou dos que avisa:

há aqui truque envolvido...

Rocket disse...

...

Safira disse...

Eu li na diagonal...retive uma ou outra coisa, mas não o suficiente para um comentário de jeito.Tenho de voltar com mais tempo.

Beijinho

Pearl disse...

Gabriel falou com Deus!

beijinho

pinguim disse...

Eu não sei que truque há, meu amigo.
Li tudo e sem o mínimo esforço; podia adiar o comentário para ver as reações de quem te conhece melhor que eu; não o fiz, porque consigo, após algumas "pistas" confusas dar algiúm nexo a esta prosa, que desde já apelido de soberba; mas não estou aqui para lamber botas, mas para expressar opiniões e parece-me que quiseste ser ambicioso, neste texto, talvez pela tua próxima mudança de vida e o teu comentário sobre o timing do post e o termo usado "testamento" isso o indica.
Há parece-me evidentes conexões religiosas, há muitas coisas que só tu entendes e não é inocentemente que colocas a cena num consultório psiquiátrico, pois toda a gente sabe que esses médicos sabem mais que os outros comuns mortais, ou deveriam saber...
Parece-me que este post vai degenerar num muito interessante debate e seria pena se assim não fôr; tu serás obrigatóriamente o moderador, ou o "médico", como achares melhor...
Abraço.

D.Antónia Ferreirinha disse...

Não é tanto uma interpretação do texto em forma de comentário, é mais como eu me senti quando li o texto:
Sinto-me abalroada por um sem número de emoções. Fui transportada, viajei no tempo e no espaço.
Caí no teu texto e estou encantada com a criação do universo caracterizada em tamanha beleza literária.
Não vou dizer que o texto é excelente e que as analogias me transcendem. Nada disso. Isso é muito pouco para descrever o que sinto neste preciso momento.
Sinto-me uma milésima parte da mais pequeniníssima parte da partícula deste universo.
Sinto-me tão pequenina, mas tão pequenina, tão pequenina e com tantos defeitos e vicissitudes que nada são, comparados com o verdadeiro lixo a ser varrido, mas que são o suficientemente lixo para me pôr a pensar.
Beijinho.

alfabeta disse...

Este post parece um livro de férias, ehehe, depois leio com mais calma!!!

xunana disse...

É veres a vida toda a passar à tua frente em poucos minutos...

Espero que o Gabriel seja outro.

Belo texto, parabéns.

Beijão

vita disse...

Querido, eu volto, para ler o texto, não tenho tempo agora nem estado de espírito, mas logo vai todo.;)

Beijooo doce

Leo disse...

..."esperei pelo fim das férias de todos para publicar este testamento"...

infelizmente as minhas começam hoje e estou de partida para interiores geográficos para onde não levo "modernices" e viajo sem "rede" .. para descansar, mesmo...
gostava de te comentar...ficará para o meu regresso, no fim desta semana...nos preparativos de um salto maior, na geografia europeia, mas ... de qualquer modo....aqui vai uma acha para a fogueira:

Fazes-me lembrar o "herói das mil caras".... não é verdade?

Abraço amigo

blueminerva disse...

Tenho uma lágrima no canto do olho, qual Bonga. Emocionei-me! Que belo texto Rocket!

A luz de Deus pode guiar muitos, também é certo que encegueira outros tantos.

Beijocas espirituais

An Ambush of Ghosts disse...

Não sei pq este texto lembrou-me a historia do Mr. Scrooge (ou lá como se escreve, o tal tipo do Conto de Natal q vê o Natal do passado do presente e do futuro)
O Mr. Scrooge fica subitamente bonzinho no final....
A fantasia é tão linda não é?

Bom, talvez não tenha percebido o texto, vou reler.

Cumprimentos.

Mlee disse...

"Oh Meu Deus" seria a exclamação apropriada, à qual junto um sorriso pelo texto magnífico.
Comentários seriam muitos e mesmo assim, muita coisa escapa com certeza, visto do lado de quem escreve com a intenção metafórica permanente.
Diria que, à semelhança de outros textos teus, os nomes das personagens não são inocentes(vislumbro um arcanjo que é voz de Deus) e o post só termina na Banda sonora (uma belíssima Missa Funebre).
Um velho sem idade angustiado com a "inversão" (olha o sorriso) da sua obra que, criada à sua imagem e semelhança, o transformou num reflexo maligno, e tal como a Sodoma e Gomorra de um dos dois livros antigos e num gesto não conhecido pelos filhos que hoje habitam a sua magnífica criação é o prenúncio de um Holocausto ...

Meu querido, tu és grandeeeeee
Beijo enorme

Rocket disse...

sapphire

tens a porta sempre aberta. mesmo se a barrarem é só um clique...

bjinhau

Rocket disse...

pearl

tens a certeza?

beijo na fronte

Rocket disse...

pinguim

o post é longo e a malta vem para a net para se rir, sobretudo, contudo seria óptimo se tivesses razão em relação ao debate...que não vai ficar por aqui.

abração

Rocket disse...

d.antónia ferreirinha

não serei demagogo ao afirmar que até eu me emociono quando o releio. facto que para o meu objectivo ganha um cunho magnífico...

bué

Rocket disse...

alfabeta

é longo, eu sei, mas teria que ser...

Rocket disse...

xunaninha

o gabriel é outro.

bjo grande

Rocket disse...

vitinha

se quiseres um sofá... : )

beijo dulce, vita

Rocket disse...

leo

o meu conceito de herói é um pouco ao lado dos arquétipos, mas digo-te que vou enriquecer a noção de com uma abordagem invulgar...

abração e boas férias

Rocket disse...

blue

eu também me emocionei. e tu estás quase lá.

beijo, sereia

Rocket disse...

an ambush of ghosts

não tinha pensado nisso...

cumps

Rocket disse...

mlee

arrepiei-me, ao ler-te.
o holocausto é o menos...

beijo, mana

D.Antónia Ferreirinha disse...

Eu tornei a ler este texto para tentar fazer uma interpretação do mesmo. Há pormenores que me escapam.
1- Gabriel navarro: corruptivo/ conhecedor de profundas realidades devido á profissão?
2º - Gabriel homónimo. Personificado numa imagem de anjo. Traz mensagem.
3- Beatriz, esposa de Gabriel navarro. Qual o papel dela? Desconfiada? Ciumenta?
4- Velho que personifica Deus
5º- 2 Livros: A.T e N.T, reunidos na Bíblia.
1º Livro: A.T.: Génesis
Génesis: as origens (I parte), História dos patriarcas (IIparte).

Obra: criação do mundo e o ser com maior capacidade é o homem.
Homem: que será a imagem de Deus, mas que é capaz das piores atrocidades, inclusive capaz de se odiar a si mesmo e ao próximo.Mas se Deus não é ódio,ou será que é, como é possivel isto?
Deus é desafiado, torna-se implacável e destruidor. Transformando o mundo num recipiente de ódio. Destruiu-o.
Isto A.C.
Nova concepção do mundo. Nova criação.
Maria a escolhida.
Filho: Jesus
D.C.
Veio dar a conhecer a origem do mundo, que esteve no seu pai (Deus).
o filho foi ameaça e crucificado. A partir daqui passou a ser idolatrado, pelo povo durante vinte séculos.
20 Séculos de credibilidade na imagem de Deus como criador do mundo. Imagem que tende a ser interrogada e a desaparecer. Imagem essa em que se baseiam falsas morais. Imagem essa que serve de referência para crucificar em vida os diferentes, aqueles que não se deixam comprar nem modificar, porque são sãos e transparentes.

O futuro?
Deus deixa de acreditar no amor do filho e quer agir. O filho sabe e dilacera-se. Nenhum de nós conhece as fúrias do pai, porque apenas se encontram escritas.
O velho desiste de agir. Quer descanso. Tudo fica por nossa conta.
A completa destruição, será?
A destruição de quem? De mim que até nem sou tão malévola quanto isso?
Se há texto que me deu um gozo extremo de analisar, foi este.
Se tivesse que ser avaliada por esta interpretação provavelmente reprovaria, mas independentemente disso, permaneceria o bom gosto de me ter debruçado sobre algo que gostei verdadeiramente de ler.
Tens um post no meu comentário.
Sinto que está nestas linhas uma parte de ti, em que personagem? Não sei. Mas tenho um palpite. Estou verdadeiramente confusa.
Beijinhos, bués.

Rocket disse...

d.antónia ferreirinha

primeiro devo afirmar que estás correcta no grosso da análise.
mas o truque não existe no pormenor, no detalhe, embora o tenhas aflorado, com a tua outra "inteligência" : a intuição.

mas atenção, o velho não desiste de agir, mesmo cansado...

se queres situar aqui o autor, o que é uma possibilidade, ele não se encontra confinado a uma personagem definida...

sinto que tiveste prazer no processo... o que é uma honra...

beijos bués

An Ambush of Ghosts disse...

Voltei a ler.
Sinceramente... parece-me evidente as referencias religiosas ( Deus arrependido passa a Deus rancoroso novamente, fase gira da Biblia agora...era mmo giro, bom o Papa parece ir nessa direcção do aarrependimento), ou de vá... "Qual o nexo da "Criação" e agora ora porra q tenho de desfazer tudo"... Pensei q o truque fosse algo para além disso.
Continuo cá com a minha do Mr. Scrooge... "Ai q agora é melhor ser bonzinho e acertar umas e outras". gabriel espelho tb é para mim evidente.
Havendo referencias de caracter pessoal... lamento, n chego lá.

Vai na volta n percebi foi nada, mas tá giro o debate.
Continua a escrever q a malta lê com gosto.

Maria Manuela disse...

Pois que li de uma ponta à outra com calma e sem interrupções e sai daqui com uma ideia parecida àquela com que fiquei quando li o triunfo dos porcos...

:D

beijos, meu anjo

Rocket disse...

an ambush of ghosts

lê, se quiseres, a interpretação da d. antónia. ajuda-te. só falha num ponto: o velho não desiste de agir, mesmo cansado.
eu textos tão grandes, só este mesmo... e tinha que ser. mas o debate não vai ficar por aqui... com textos mais curtos, prometo.

bjos

Rocket disse...

MM

não tinha pensado nisso mas de facto esta "pequena" história tem o seu quê de orwelliano...

obrigado, rainha dos meus céus

beijo

Pearl disse...

Sim, foi essa sensação que tive seja como fôr foi das melhores coisas que li nos ultimos tempos, muito bom Rocket, parabens!adorei!

beijinho na bochecha!

Rocket disse...

pearlzinha

ainda bem que gostaste.
tu, que és um ser humano muito doce, mereces o melhor... o deus que falou com gabriel gosta é de pessoas como tu... : )... tens um bog com barrinha mas és das melhores e mais puras que anda por aqui...

beijo na testa

Anónimo disse...

Serà que o velho admitiu que errou?Que nada fez sentido?E o que procura num médico?Salvar a sua consciência?Aliviar a sua dor?Quem sabe...excelente texto.

Rocket disse...

anónimo

obrigado.
se for um pai, coloque-se na figura do velho e terá a resposta a algumas das perguntas.
o médico é um psicólogo clínico, o único profissional qualificado para uma partilha.
outros serão considerados assim. por exemplo, um padre possui cadeiras de psicologia no seminário, mas não é a sua especialidade... e um deus qualquer não escolheria um dos sacerdotes que o representam...

os meus cumprimentos e volte sempre

Safira disse...

A mim faz-me confusão os 250 mil euros e a transferência de 100 mil. Eu e o dinheiro...Um sinal, seria?... o resto upon completion? terá sido o Gabriel filho a subornar o psicologo para matar o Gabriel pai??

Deverei parar de beber?
Beijos ensonados, lindo. O texto está maravilhoso, e ainda virei à segunda volta, mas os meus neurónios não estão a caminhar para novos...és muito enigmático, homem, que trabalheira! ;)

Pearl disse...

Sorriu-te...


beijo

Rocket disse...

sapphire

eu ajudo-te. a massa era para o psicólogo tirar o dia e não fazer perguntas antes da consulta. o gabriel que foi lá era o arcanjo... estás mesmo com soninho, gatinha. a d. antónia explicou muito bem...

bjinhauuu

An Ambush of Ghosts disse...

Um Deus arrependido custa-me bastante a aceitar.
Ok... arrepender e ainda assim corrigir. Haja força sem duvida.
Deus ...tecnicamente ... é perfeito... logo não há lugar a erros de percurso. A ideia então era q desse precisamente nisto?, consciencia pesada? Arquitectura?Só me ocorre a velha piada: Morrer, chegar ao "céu" e dar duas chapadas em JC e o Pai. "Tão?! Não acham q já brincaram o suficiente com esta merda?!?"

Safira disse...

Valha-me Gabriel (pai, que apesar de velho me parece mais são), vou-me deitar!
Espero pela Revelação!

Beijos

Rocket disse...

pealzinha

nana bem, tesouro

Rocket disse...

an ambush of ghosts

pensa nele como um pai e tudo fica mais facilitado.


bjos

Rocket disse...

sapphire

nana bem (que giro, ando a deitar as meninas todas, por aqui...)

bjinhau

An Ambush of Ghosts disse...

Nada pior do q um pai arrependido por ter dado "aquela" mota ao filho...

Bom descanso q eu cá fui-me desta "tertulia".

blueminerva disse...

Sou bem capaz de passar a madrugada por no teu espaço... o meu rapaz dorme e a música que se ouve por aqui não me deixa dormir.

Vou me entreter a ler os posts anteriores a Junho... parece-me que só comecei a frequentar o teu espaço em meados de Junho.

Rocket disse...

an ambush of ghosts

tu percebes...

bjos e dorme bem

Rocket disse...

blueminerva

"o teu rapaz" ... é maravilhoso o teu sentido maternal...

vem que deixo tudo aberto.

bjo, sereia

vita disse...

Oh ternura este texto é enganador.
Começamos a ler algo que parece longo e depois chegamos rápido ao fim e fica aquela sensação de queremos mais.

Uma análise bem profunda de um passado distante, um presente e um futuro cada um com a sua época aurea, deduzo que a do passado seja a criação e destruição,seguindo J.C que ao longo de 20 séculos foi usado para as mais incriveis atrocidades, em que imagem,falsidade e moralismo andaram de mãos dadas, e finalmente o cansaço de um Pai que durante a existencia tudo fez para um mundo melhor e viu sempre tudo desmoronar em que nos tormamos cegos e surdos aos seus apelos.
O cansaço de esperar um amanhã melhor.;)

Brilhante texto, que pode ser interpetado de várias maneiras e de pessoa para pessoa mediante a experiência pessoal, apesar de ser uma história global.

Sempre em grande querido.

Um beijo muito doce

Rocket disse...

vitinha

enganador? enganador? eu não tou aqui pra enganar ninguém...

: )

sabes, na verdade, quando acabo de escrever e releio é como se comesse pipocas, ou cajus, por isso percebo-te...

comecei a escrever pelo prazer de reler depois...e da primeira vez que o fiz, ao fim de 5 meses tinha um livro de 321 páginas em letra miudinha...

é um vício

o texto lê-se muito bem mas assusta pelo tamanho. e é pena...
a tua leitura está aproximada da mensagem oculta...

beijo dulce, vita

Tá-se bem! disse...

Eu li tudinho, juro! :) Emocionei-me com o texto.. com a musica.. Isto dói porra!

Em síntese breve, penso Deus, a criação do mundo, os primeiros filhos que não entenderam a mensagem..( a imperfeição)

Jesus como última esperança, a salvação, o sacrifício. A mensagem - Gabriel o anjo que anuncia..

O pecado, a sede de poder, a guerra entre irmãos, o sangue derramado... a auto-destruição do homem que suga todos os meios de sustento..

O vazio, o Fim!

(Provavelmente nem é nada disso, mas foi assim que me bateu..)

abração

Rocket disse...

tá-se bem!

até eu me emociono, a sério. por isso afirmo que um blog é uma publicação de futuro..

a tua síntese está quase certa.
os filhos de deus sempre cagaram nele porque era um pai ausente e brincalhão, que os tratava como bonsaï...que queria ele? tu como pai estás ali à frente, certo?

um chapadão nesse psicólogo da treta...porque não disse ele isso ao velho?

e depois foi o descambar... o negócio de família continuado pelo caçula, um nerd...

até à insolvência do presente...


mas não é o homem a auto-destruir-se, é o velho que lixa isto tudo...


abração

Tretoso Mor disse...

Rocket,

Fizeste-me lembrar José Régio no poema "Cântico Negro", ele um ateu confesso.

A minha leitura do teu texto, porventura diferente da tua intenção, mas coincidente com a minha opinião, resume-se a que não há Homem à imagem de Deus, nem nome definido para esse Deus.

Não encontro consolação perante qualquer justificação "superior" para o sofrimento das crianças.

Não encontro justificação para a ignorância Terrena, perante o conhecimento já adquirido noutros lugares.

Um abraço

Rocket disse...

tretoso mor

não quero influenciar futuros comentários se os houver, mas o cântico negro sou eu segundo alguém.
e adoro josé régio.
eu tenho justificações pragmática para todo o tipo de sofrimentos. nunca necessitei de deus algum fosse para o que fosse...

o problema em relação ao homem reside precisamente no facto de se achar feito à imagem de um qualquer deus.
basta andar na rua para se considerar isso ridículo... o homem é um animal com um corpo frágil que teve que reinventar outro graças a um cérebro mais desenvolvido...

abraço

DALAPA disse...

Tive um enorme prazer ao ler este texto, mas fico a aguardar com curiosidade, para saber qual a acção dívina, para "curar" o seu reflexo,que apesar de cansado e afastado se mantem atento......

este assunto tinha pano para uma batina completa......

abraço

Rocket disse...

dalapa

obrigado pela tua contribuição.

essa, infelizmente, não a posso anunciar...
segredo de justiça...divina

abração

D.Antónia Ferreirinha disse...

De volta ao meu texto preferido.
325 PÁGINAS DE LETRA MIUDINHA?
Quem escreveu? Tu?
Tu responde-me isso, please.
Beijos, bués.

Rocket disse...

d.antónia ferreirinha

espantada? eh eh já viste os testamentos que debito?

ah ah

bués

D.Antónia Ferreirinha disse...

Por amor de Deus. 325 relacionadas com esta tramoia toda?
Tu publica-me isso, que eu faço questão de ser a primeira a ler.

Rocket disse...

d.antónia ferreirinha

nãã...o tema é outro...com muito sexo... : )

bjos bués

D.Antónia Ferreirinha disse...

Por trás da imagem de anjo encontra-se um corrupto. Se paga a alguém para sair é porque não quer que algo lhe seja revelado. Espero, que segundo a minha dedução, o autor não se encontre aqui…
Gabriel navarro, o psicólogo. Aquele que descodifica comportamentos. Mas se aceita dinheiro é corruptível. Ou não????? Não sei. O motivo podia ser forte. Daí as insónias e os comprimidos que suponho serem anti depressivos/calmantes. Estará aqui o autor?
O velho: aqui vejo o autor. Não vou dizer porquê. Mas há pequenas coisas que me fazem crer nisso.
Filho: tornou-se terreno, com as vicissitudes dos homens, corrupto então, mundano (interesse material).
O filho não seria o Gabriel homónimo?
Aiiiiiiiii. Que coisa.
Beijos, bués.

Safira disse...

Eu não digo que anda por aí suborno?

Sorry, não resisti ;)
mas vou-me já embora a correr, a correr

beijinhos

Rocket disse...

d.antónia ferreirinha

relax girl... não existe corrupção alguma. o psicólogo foi pago para não fazer perguntas porque alguém lhe quis o dia todo...
quem aceita dinheiro não é corruptível. tu não aceitas?
o dinheiro a mais era para pagar serviço a mais. o psicólogo não fez o seu trabalho porque não conseguiu...o velho esmagou-o. queria apenas alguém para canalizar esta história...
como outros que referiu...

depois explico tudo.

o autor não se encontra em lado nenhum, não anda a tomar comprimidos há muito...lol

beijos bués

Rocket disse...

sapphire

ai há? então que venha que eu aceito... : )

bjinhauu

Safira disse...

Tu és um incorruptível, nem vale a pena tentar. E ainda bem :)
Tu vê lá não te estragues lá para onde vais, senão tens-me à perna.

Beijos

D.Antónia Ferreirinha disse...

Afinal tiveste um óptimo resultado com esse texto.
Deixaste alguns, o meu caso , com a curiosidade aguçada.
Ok, desculpa. Eu não sabia que o serviço de psicólogo era tão bem pago, juro. Se soubesse tinha tirado outro curso, ahahah.E claro está que a mim me pagam pelo serviço.
Pronto, sosseguei, ahahah.
Não vou fazer mais filmes nem telenovelas. Vou esperar as tuas explicações.
Safira, ahahah. Eu enganei-me mulher. Não há suborno, ahahah.
beijos, bués
:-)))))))

Rocket disse...

d.antónia ferreirinha

a massa a mais era para realçar a importãncia (não confundir com post seguinte) do paciente.

a tua primeira leitura estava correcta.

bué da muacs

Rocket disse...

sapphire

incorruptível? eu? este post foi criado para provar exactamente o contrário...

huuum...não me importava de ter esse corpinho de sereia à perna... : )

bjinhauu

Safira disse...

LOL! Estás a esquecer o mau feitio que anula o resto todo! ha ha ha

Bjs, read you tomorow!

Safira disse...

D.Antónia, olha que toda a gente tem um preço. Há sempre um suborno em potência algures. Olha eu:
Subornador: Safira, dou-te o Jon Bongiovi por uma semana (devia chegar) e tu matas o teu administrador
Eu: tá bem!

Viste como é fácil?
Rocket, desculpa, fui ali injectar-me com aseringa das farturas , mas agora é que me vou mesmo embora!
;)

Rocket disse...

sapphire

tsk, tsk...

bjinhauu

Zabour disse...

Ok, já li!Não vou comentar!Vou-te só dizer o que senti.
Quando fui ao Vaticano há uns dois anos, tive o privilégio de participar numa audiência com o Papa Bento XVI. Foram horas de espera até que abriram a porta para entrarmos.Eu não estava com muita vonatde porque no meu pensamento a imagem de João Paulo II ainda estava muito fresca, apesar de não concordar com algumas das suas ideias para mim era um homem santo.
Mas quando Bento XVI entrou na sala e se dirigiu a todos os presentes, as minhas defesas cairam por terra e senti-me nua perante aquela presença. Foi um momento de grande espiritualidade, de uma intensidade que só quem a viveu pode descrever...Naquele momento não tive palavras para nada.Após ler o teu texto também fiquei assim.Penso que há silêncios que dizem mais que mil palavras...Obrigada por me deixares partilhar deste momento...

Beijinhos

Rocket disse...

zabour

eu entendo-te... eu também sinto essa espiritualidade com coisas mais simples, como por exemplo no meio do recinto de fátima...

beijos

Zabour disse...

Idem...;)

Bjs

Rocket disse...

zabour

bjs

Magucha disse...

Finalmente tive tempo para ler o texto todo.

Interesting twist, Deus no psicólogo.

Porque será que fiquei com a sensação de que está outra vez na altura de encher tudo de água?

Fica com bms, enquanto vou lendo os comentários.

Rocket disse...

maguinha

perspicaz, como sempre...

bms

Magucha disse...

Nem acredito que deixei escapar o Arcanjo Gabriel, o mensageiro..

No final fiquei com uma sensação parecida com a que senti em Assis, num dos locais não acessíveis ao público em geral de onde Francisco e Clara iniciaram a reforma da Igreja.

Rocket disse...

maguinha

prometes que não me vais odiar num futuro próximo? não faças perguntas, promete-me, apenas.

bms

Magucha disse...

Só prometo na condição de o futuro próximo ser mesmo próximo! Senão morro de curiosidade...

bms

Rocket disse...

maguinha

podes prometer.

bms

Magucha disse...

Erm... Correndo o risco de soar repetitiva... Prometo.

bms

Carla disse...

afinal Deus é humano...sente, sofre, ama, protege e desespera como qualquer um nós
ou será que nós é que somos um pouco divinos?
"testamenteo" ou não adorei cada palavra que li...aguardo agora pelo truque
beijos

Carla disse...

afinal Deus é humano...sente, sofre, ama, protege e desespera como qualquer um nós
ou será que nós é que somos um pouco divinos?
"testamenteo" ou não adorei cada palavra que li...aguardo agora pelo truque
beijos

Rocket disse...

carla

o deus dos exércitos antes de o ser era um doce...

bjos