O meu vinha dentro da bagagem de cabine... ficou no controlo do aeroporto. Tentem encontrar gel de cabelo num hipermercado em Luanda... Terroristas dum raio...
Sou impaciente. Não de natureza, mas de convicção. Mal chego, tenho que ser atendido. Por um motivo: porque tem de ser assim. Porque as coisas estão más, e é obrigatório servir melhor que o parceiro. E, servir melhor implica rapidez, eficácia, inovação... e surpresa. Certo?
Imaginem acordar num sítio onde a angústia mais que certa do dia seguinte é substituída pelo significado mais luminoso da palavra Futuro...
Não gostam da velhice?
...como o dono.
Style is the answer to everything.
Numa noite de chuva, dois carros batem. Um de um advogado e outro de um médico. Ao sair do seu, o médico, preocupado, dirige-se ao do advogado e pergunta-lhe se está ferido, examina-o sumariamente e constata não haver nada de grave. Só então os dois passam a verificar o estado dos carros e como se deu a batida. Chegam à conclusão de que não havia como escapar do acidente: estrada molhada, escura e mal sinalizada. Como, todavia, o advogado já tinha ligado para a GNR, resolveram ficar à espera enquanto a viatura não chegava, para avisar os guardas que cada um ia assumir seus prejuízos. Conversa vai, conversa vem, o advogado vai ficando íntimo do médico e até lhe oferece uísque. O médico aceita, bebe três goles, bem longos, e pergunta:
É maluco-e-dá-dentadas-nas-maminhas-das-criadas
Não gosto do meu nome, lido ou dito por extenso, salvo em raras excepções... Mas agradam-me as suas iniciais. Muitas vezes as utilizo, em vez dele.
ESTE TAMBÉM QUINOU...
Olha! Quatro patinhos!... Possuo dois relógios de pulso, e um deles é digital... Hum? Eu sei... mas é bonito, descansem... Ok... A maior parte das vezes que o meu olhar é atraído por ele, calha, com exactidão, às 22h22. Achava graça à coincidência, que verificava acontecer em todos os outros por onde passava, na rua... no do carro e moto, inclusive. Chamava ao grupo 2222... Quatro Patinhos. Outra capicua com a qual tropeço amiúde é a das 11h11. Por isso, quando dei com este artigo da Cosmopolitan francesa, em casa de amigos, há dois dias atrás, achei-o engraçadíssimo e resolvi partilhar a coisa convosco.
Gajo importante é o medíocre que toma conta da excelência quando o excelente acaba com a mediocridade
Setembro. Dia um. O silêncio das seis da manhã era o palco para o sussuro das folhas das árvores perdidas em ensonadas carícias, excitadas pela brisa mal desperta. O afastado bru dos motores da rua do quarteirão depois, sonora nos outros dias daquele consultório de Psicologia Clínica, ainda não se fazia sentir. O tic ritmado do relógio de mesa, um Buben & Zörweg herdado do pai Penha Navarro, psiquiatra judeu de terceira geração, ecoava desajustado no silêncio das madeiras e dos livros. Aquele tic não pertencia aquela hora, mas sim às noites no gabinete-consultório de Gabriel Penha Navarro, bem como o do gelo que batia no copo de Jack Daniels, secreto por ser Bourbon e não o malte dos homens sérios...
Num banquete, sentaram um padre católico ao lado de um rabi. O padre, querendo gozar o rabi, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece para o "colega". O rabi recusa:
Cada geração tem o seu tipo de música de dança, que é quase como um diagnóstico da sua saúde económica, social e mesmo da mentalidade colectiva. No século XX, o cancan traduzia o desejo de uma geração (amargurada por uma crise profunda) de festa libertadora, de excesso, de movimento.

Um médico e um advogado encontravam-se numa festa. Entretanto, um dos convidados aproxima-se do médico e pede-lhe um conselho relativo à úlcera que o afligia. O médico ouve-o, aconselha-o e afasta-se...
Este tópico não se refere ao contexto específico da blogocoisa.
Acabaram os jogos que dantes aproximavam a condição humana da divina. Este filme, que vi ainda criança, desvendou-me muito cedo o propósito do desporto de massas, marcou a minha preferência pelo laranja Y100% M 70%, estruturou a minha imagem do herói (um marginal, sempre contra o sistema que umas vezes o acolhe e outras o trai) , e, sobretudo, lembra-me a abertura do recinto de jogo, a arena circular, sempre que ouço a Toccata and Fugue in D minor, de Johann Sebastian Bach...
Não é a mania de ser diferente, mas gosto de anónimos. Eu próprio sou um. Não neste contexto da blogocoisa. Aqui sou o Rocket, e tenho mais a defender neste mundo "virtual", que muito José da Esquina do mundo real. Existem milhões de vidas por aí que não valem um caracol. O slave, mesmo virtual, vale mais que o bafo respiratório de muitos. Por isso, quando intervenho neste contexto é óbvio que me regulo pelas regras da sã convivência em sociedade.
Magia? A Eterna Conspiração Contra Mim? Bruxedo? Uma gigantesca partida destinada a desafiar a lógica?...
Meus ricos trinta euros e trinta cêntimos.
Ontem ouvi isto.